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Grande protesto indígena no Brasil tem como alvo o projeto da mina de ouro Belo Sun.

Milhares de indígenas marcharam ontem na capital brasileira, durante o segundo dia do Acampamento Terra Livre 2026 (ATL), a maior mobilização indígena do país, para denunciar as violações dos direitos à terra provocadas por projetos de mineração, agronegócio e exploração madeireira em larga escala.

Amazon Watch baseia-se em mais de 28 anos de solidariedade radical e eficaz com os povos indígenas em toda a Bacia Amazônica.

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Protestos indígenas entram na segunda semana enquanto o Brasil enfrenta pressão devido ao decreto sobre a hidrovia da Amazônia.

Líderes Munduruku unem-se ao crescente bloqueio indígena contra a dragagem e privatização do Rio Amazonas.

No 13º dia de bloqueio ao terminal de grãos da Cargill em Santarém, manifestantes indígenas exigem diálogo presencial com o governo federal brasileiro, após este não ter enviado representantes para uma reunião na semana passada.

Povos indígenas da Amazônia rejeitam consulta da Belo Sun, ameaçando a aprovação da mega-mineração.

Os povos Juruna e Arara revogam formalmente as consultas utilizadas por empresa canadense para justificar a licença de sua mina de ouro Volta Grande, na região do Xingu, no Brasil.

“A consulta prévia é um requisito vinculativo estabelecido pelo Tribunal Regional Federal e uma condição indispensável para que o processo de licenciamento ambiental avance.”

O JPMorgan Chase adiciona discretamente restrições ao financiamento de combustíveis fósseis na floresta amazônica.

Na COP30, especialistas reconheceram essa medida e ressaltaram a necessidade de uma política que acabe de vez com o financiamento de petróleo e gás na Amazônia.

“Anos de organização firme sob a liderança dos povos indígenas da Amazônia pressionaram com sucesso o JPMorgan, o maior financiador de combustíveis fósseis do mundo, a dar um passo crucial rumo ao reconhecimento dos direitos humanos e dos povos indígenas.”

Mobilização significativa do rio Amazonas chega à COP30

Mais de 200 embarcações transportando líderes indígenas, ribeirinhos e de movimentos sociais ocuparam a Baía de Guajará em um ato histórico para a Amazônia e para a justiça climática. O cacique Raoni Metuktire lembrou ao mundo uma verdade simples: “A floresta vive porque estamos aqui. Se removerem as pessoas, a floresta morrerá com elas.”

“A presença dos povos indígenas na COP30 é muito importante, mas a luta não termina aqui.”

Povos indígenas interceptam barcaças de soja no rio Tapajós

“Não pode haver uma solução climática real enquanto os rios amazônicos forem tratados meramente como corredores de grãos e o povo do Tapajós continuar a ter negado o seu direito ao consentimento livre, prévio e informado.”

O protesto pacífico foi uma declaração contundente das comunidades indígenas e tradicionais sobre os impactos dos corredores de exportação de grãos do Brasil nos rios, na pesca, nos territórios e nos meios de subsistência locais.

Amazon Watch e Aliados na COP30 em Belém, Brasil

“A COP30 deve marcar uma virada, das promessas à ação, da extração à regeneração e dos discursos políticos à soberania indígena.”

Os planos de exploração de petróleo na Amazônia do Equador enfrentam oposição indígena e global

Sete nações indígenas denunciam leilões de petróleo em estado de emergência, como Amazon Watch alerta sobre planos de expansão do petróleo e riscos aos direitos humanos durante a Semana do Clima em Nova York

“A resistência indígena, a mobilização da sociedade civil e a crescente pressão internacional continuarão a expor esses projetos como ilegítimos, ilegais e infinanciáveis.”

Escândalo da “Máfia da Mineração” Ameaça a Credibilidade do Brasil na COP30 enquanto a Polícia Descobre Fraude em Massa

Às vésperas da cúpula do clima COP30, um escândalo de corrupção no Brasil expõe como a mineração opera fora da lei, colocando comunidades e o clima em risco

"Essas falsas autorizações não apenas legalizam o avanço da destruição, mas também colocam em risco nossa água, nossa saúde e nossa segurança alimentar."