Amazon Watch

Direito à terra

Eles fizeram justiça, não um favor.

O massacre de Remanso não foi um ato isolado. Faz parte de um padrão mais amplo de violência que assola a Amazônia colombiana e a zona da tríplice fronteira entre Colômbia, Peru e Equador.

El Niño retorna a uma Amazônia já à beira do colapso.

O El Niño global e o El Niño costeiro podem se combinar e criar condições de incêndio florestal semelhantes às catastróficas temporadas de incêndio na Amazônia de 2019 e 2024.

Um futuro onde as florestas prosperem e os direitos indígenas sejam respeitados é possível. Mas isso exige agir com muito mais urgência do que o mundo tem conseguido até agora.

Amazon Watch está sendo construída sobre mais de três décadas de solidariedade radical e eficaz com os povos indígenas em toda a Bacia Amazônica.

DOE AGORA

Supremo Tribunal Federal aprova redução de área da Amazônia, abrindo caminho para megaferrovia.

Apesar da decisão judicial, o projeto Ferrogrão, apoiado pela empresa americana Cargill, permanece paralisado por falta de licença ambiental e continua enfrentando grandes desafios legais e regulatórios.

O Supremo Tribunal Federal do Brasil confirmou a constitucionalidade de uma lei que reduz a área do Parque Nacional Jamanxim, permitindo que o projeto ferroviário Ferrogrão avance para a fase de licenciamento ambiental.

Tribunal brasileiro aumenta pressão sobre mineradoras canadenses que operam na Amazônia.

As decisões do Tribunal de Apelações reforçam as reivindicações indígenas relativas à falta de consultas, ao mesmo tempo que proíbem as agências governamentais de representarem os interesses canadenses em processos judiciais.

“Acordar com essa notícia nos trouxe uma alegria imensa. Cada vitória, pequena ou grande, fortalece ainda mais o nosso trabalho.”

Esperança e ação para a eliminação gradual dos combustíveis fósseis

Ao retornar para Bogotá da Primeira Conferência sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis em Santa Marta, Colômbia, tive dificuldade em nomear um sentimento que nunca havia experimentado após uma conferência sobre o clima: esperança!

Povos indígenas apelam à ação da ONU diante da expansão do crime organizado na Amazônia.

Líderes indígenas reunidos no Fórum Permanente das Nações Unidas sobre Questões Indígenas exigem uma mudança decisiva, abandonando as respostas militarizadas ineficazes e adotando abordagens baseadas em direitos que priorizem a governança territorial indígena, a autonomia e os sistemas de segurança liderados pelas comunidades, no combate ao crime organizado. Eles alertam que as respostas atuais do Estado não são apenas insuficientes, mas, em muitos casos, agravam a violência e a insegurança em seus territórios.

Líderes indígenas reunidos no Fórum Permanente das Nações Unidas sobre Questões Indígenas exigem uma mudança decisiva, abandonando as respostas militarizadas ineficazes e adotando abordagens baseadas em direitos que priorizem a governança territorial indígena, a autonomia e os sistemas de segurança liderados pelas comunidades, nos esforços para combater o crime organizado.

Uma nova corrida do ouro ameaça a Amazônia.

Sempre que o ouro volta a ocupar o centro das atenções na geopolítica global, a Amazônia retorna ao foco das discussões. A guerra entre os Estados Unidos e o Irã recolocou o metal no radar dos mercados, dos investidores e da indústria extrativa.

Delegação indígena da Amazônia chega à conferência histórica sobre a transição para longe dos combustíveis fósseis.

A Primeira Conferência sobre a Transição para uma Energia Mais Sustentável, Abandonando os Combustíveis Fósseis, marca um ponto de virada na diplomacia climática. É a primeira vez que os países abordarão explicitamente a causa principal da crise climática: a proliferação desenfreada de combustíveis fósseis.

Amazon Watch Organizações aliadas e outras entidades divulgam relatório histórico sobre crimes na Amazon.

No contexto do Fórum Permanente das Nações Unidas sobre Questões Indígenas, Amazon Watch, juntamente com organizações aliadas, apresenta o primeiro relatório a analisar como as economias ilícitas e as respostas repressivas do governo ameaçam os direitos, os territórios e a sobrevivência física e cultural dos povos indígenas.

Brasília vira Terra Indígena

Na semana passada, Brasília, capital do Brasil, transformou-se em um centro de resistência indígena. Com mais de 7,000 mil indígenas ocupando a capital, o Acampamento Terra Livre 2026 (ATL) pressionou o governo brasileiro a respeitar os direitos territoriais dos povos indígenas.

Grande protesto indígena no Brasil tem como alvo o projeto da mina de ouro Belo Sun.

Milhares de indígenas marcharam ontem na capital brasileira, durante o segundo dia do Acampamento Terra Livre 2026 (ATL), a maior mobilização indígena do país, para denunciar as violações dos direitos à terra provocadas por projetos de mineração, agronegócio e exploração madeireira em larga escala.

“A floresta tropical fala com a voz de uma mulher.”

Mulheres indígenas do Equador marcham contra o petróleo

No Dia Internacional da Mulher, mulheres indígenas de toda a Amazônia equatoriana viajaram a pé, de carro e de canoa até Puyo com uma única reivindicação: chega de petróleo na Amazônia.

Reagindo contra a “Doutrina Donroe”

Quando Petro se encontrou com Trump em 3 de fevereiro, a situação era crítica. O governo Trump havia retirado a Colômbia do programa de assistência de segurança, alegando que o país não estava combatendo adequadamente o narcotráfico.