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Grande protesto indígena no Brasil tem como alvo o projeto da mina de ouro Belo Sun.

Milhares de indígenas marcharam ontem na capital brasileira, durante o segundo dia do Acampamento Terra Livre 2026 (ATL), a maior mobilização indígena do país, para denunciar as violações dos direitos à terra provocadas por projetos de mineração, agronegócio e exploração madeireira em larga escala.

Amazon Watch baseia-se em mais de 28 anos de solidariedade radical e eficaz com os povos indígenas em toda a Bacia Amazônica.

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Pequenos passos dados, grandes saltos necessários: JPMorgan Chase revela mudanças em suas políticas.

O maior financiador de combustíveis fósseis do mundo responde após manifestação liderada por indígenas contra a expansão da exploração de combustíveis fósseis na Amazônia peruana.

As mudanças estão muito aquém do necessário para evitar violações dos direitos dos povos indígenas e para impedir a destruição em larga escala de ecossistemas críticos como o bioma amazônico.

Ferrogrão é um atalho para o colapso

A ferrovia está sendo vendida como uma solução logística, mas na prática significa mais desmatamento, invasões de terras e envenenamento.

O Globo | A Ferrogrão é a espinha dorsal de um corredor que transforma a Amazônia em rota de exportação de commodities e condena o Brasil a um papel subserviente.

Veto parcial do Brasil ao “Projeto de Lei da Devastação” impede alguns retrocessos, mas ainda há lacunas críticas

Amazon Watch alerta que as disposições preservadas ainda ameaçam os direitos territoriais indígenas e as proteções ambientais antes da COP30

“Esta soja não alimenta o nosso povo. Não comemos soja – ela é para exportação e lucro corporativo. Enquanto isso, pesticidas contaminam nossa água, nosso solo e até a chuva. Está envenenando a todos nós, não apenas os povos indígenas.”

Apostas no petróleo bruto do Peru e do Equador enfrentam muro de resistência indígena

Nações indígenas rejeitam anúncio de Boluarte sobre oleoduto binacional entre Petroperú e Petroecuador

Sem o nosso consentimento, este projeto não tem legitimidade. Os investidores devem ser avisados: qualquer negócio construído com base em violações de direitos é construído em areia movediça.

Os Achuar rejeitam a expansão petrolífera da Petroperú – mais uma vez

Em meio a dívidas crescentes e pressão política, a Petroperú luta para reativar o Bloco 64, mas nações indígenas expõem consultas fraudulentas e defendem seus territórios da expansão dos combustíveis fósseis

Essas reuniões informais e toda a publicidade que as cerca não têm validade como mecanismo de participação dos povos indígenas. A verdade não pode ser escondida.

Povo Mura se levanta contra invasão de garimpeiros no Brasil

Uma nova e poderosa aliança surge para enfrentar o extrativismo em terras indígenas

O que aconteceu neste grande encontro não foi apenas uma reunião dos Mura mais diretamente afetados pelo projeto Potássio no Brasil. A importância deste evento reside no fato de que esta luta se tornou, antes de tudo, a luta de todos os povos indígenas.

Equador: Uma eleição decisiva para a Amazônia

Em meio à violência desenfreada e ao fracasso na implementação do referendo Yasuní, a organização indígena e da linha de frente só se intensificará.

Yasuní: Uma vitória climática global em risco

O povo do Equador votou esmagadoramente para manter uma de suas maiores reservas de petróleo no solo. Foi um voto pela esperança, pelo futuro e pela proteção da biodiversidade e dos direitos indígenas.

Derramamentos de óleo, resistência indígena e a luta por justiça na Amazônia peruana

As comunidades indígenas do norte do Peru não só questionam quando a Petroperú atenderá adequadamente a esse vazamento de óleo, mas também quando realmente terão acesso à justiça e à reparação pela poluição e contaminação passadas pela empresa e outros agentes mal-intencionados na região.