Ontem, participei da inauguração de um novo mural monumental no Rio de Janeiro em homenagem às mulheres indígenas, quilombolas e ribeirinhas que defendem os rios e territórios da Amazônia.
Brasil
Mural monumental no Rio de Janeiro celebra mulheres que defendem os rios da Amazônia.
O mural de 30 metros no Rio de Janeiro simboliza a luta das mulheres indígenas, quilombolas e ribeirinhas para defender os rios da Amazônia das ameaças industriais.
“Quando olho para essas três mulheres – indígenas, ribeirinhas e quilombolas – também vejo uma mensagem sobre onde muitas das respostas para a crise climática se encontram: nos territórios e no conhecimento que as gerações transmitiram.”
Comunidades amazônicas se mobilizam para proteger berçário de peixes do rio Tocantins
Uma declaração de patrimônio liderada pela comunidade e uma petição federal visam proteger um ecossistema rochoso único e biodiverso de 43 quilômetros, ameaçado de destruição em 2027.
“Aprendemos a pescar conhecendo cada pedra, cada redemoinho e cada caminho pelo Pedral. Não se pode separar nossas vidas do Pedral do Lourenção.”
Comunidades indígenas e movimentos sociais se unem contra a mineração na Amazônia equatoriana.
A ação, realizada no rio Jatunyaku, em Napo, fez parte da programação oficial do XII Fórum Social Pan-Amazônico, sob o lema “Adoke Öme – Um Território, Livre do Extrativismo”.
Às margens do rio Jatunyaku, representantes da comunidade desfraldaram duas faixas com mensagens que ecoam há anos: "Água é vida" e "Ame a Amazônia".
Supremo Tribunal Federal do Brasil vai analisar casos que podem reformular os direitos indígenas e a proteção da Amazônia.
Decisões judiciais de agosto podem reformular as proteções territoriais e ambientais em toda a Amazônia.
“Os resultados desses casos podem enfraquecer ou reforçar as salvaguardas que limitam a expansão da mineração, do agronegócio e da infraestrutura em territórios indígenas.”
Amazon Watch está sendo construída sobre mais de três décadas de solidariedade radical e eficaz com os povos indígenas em toda a Bacia Amazônica.
A suposta “vitória judicial” da Belo Sun não resolve as principais disputas sobre o projeto de ouro na Amazônia.
A decisão judicial brasileira rejeitou uma ação duplicada sem se pronunciar sobre a consulta aos povos indígenas, as avaliações ambientais, a segurança da barragem de rejeitos ou os desafios legais em curso relacionados aos direitos indígenas e ao acesso a terras públicas na Volta Grande do rio Xingu.
“A Belo Sun tem um histórico de fazer declarações questionáveis a investidores sobre a situação de sua megamina, tanto em relação à sua situação jurídica quanto ao seu relacionamento com as comunidades afetadas.”
Poder para os Protetores: Energia liderada por indígenas para uma Amazônia mais forte
Soluções de energia renovável lideradas por povos indígenas podem fortalecer a autodeterminação, proteger florestas e capacitar comunidades a defender seus territórios e construir futuros resilientes.
Playing For Change reúne Manu Chao e Alexandre Carlo em uma canção para a Amazônia.
Hoje, o Playing For Change, um projeto global conhecido por reunir músicos de diferentes países em vídeos colaborativos, lançou a música “Acontecer”, um apelo internacional para proteger a Amazônia, os povos indígenas e o planeta.
El Niño retorna a uma Amazônia já à beira do colapso.
O El Niño global e o El Niño costeiro podem se combinar e criar condições de incêndio florestal semelhantes às catastróficas temporadas de incêndio na Amazônia de 2019 e 2024.
Um futuro onde as florestas prosperem e os direitos indígenas sejam respeitados é possível. Mas isso exige agir com muito mais urgência do que o mundo tem conseguido até agora.
Empresa de mineração canadense troca presidente no Brasil em meio à disputa pelo Xingu.
O Globo | A mineradora canadense Belo Sun alterou a liderança de suas operações no Brasil. A mudança ocorre em um momento em que a empresa busca convencer os investidores de que o projeto está avançando.
Supremo Tribunal Federal aprova redução de área da Amazônia, abrindo caminho para megaferrovia.
Apesar da decisão judicial, o projeto Ferrogrão, apoiado pela empresa americana Cargill, permanece paralisado por falta de licença ambiental e continua enfrentando grandes desafios legais e regulatórios.
O Supremo Tribunal Federal do Brasil confirmou a constitucionalidade de uma lei que reduz a área do Parque Nacional Jamanxim, permitindo que o projeto ferroviário Ferrogrão avance para a fase de licenciamento ambiental.
Tribunal brasileiro aumenta pressão sobre mineradoras canadenses que operam na Amazônia.
As decisões do Tribunal de Apelações reforçam as reivindicações indígenas relativas à falta de consultas, ao mesmo tempo que proíbem as agências governamentais de representarem os interesses canadenses em processos judiciais.
“Acordar com essa notícia nos trouxe uma alegria imensa. Cada vitória, pequena ou grande, fortalece ainda mais o nosso trabalho.”
Povos indígenas levaram a crise da criminalidade na Amazônia à ONU. O que acontece a seguir?
“É fundamental que os Estados compreendam que os povos indígenas são atores cruciais quando se trata de segurança e de conter o crime organizado.”
Tribunal brasileiro decidirá se a mina de ouro da Belo Sun na Amazônia permanece suspensa.
Associated Press | Os cientistas afirmaram que qualquer rompimento da barragem poderia lançar resíduos tóxicos rapidamente no rio, ameaçando as comunidades indígenas e ribeirinhas, bem como o ecossistema.
Grupos indígenas da Amazônia instam a ONU a combater o crime organizado, e não a militarizar territórios.
Associated Press | “Diante dessa situação, é essencial que as respostas ao crime organizado e às economias ilícitas não se traduzam em novos processos de militarização, criminalização ou subordinação dos sistemas de governança indígena.”
Povos indígenas apelam à ação da ONU diante da expansão do crime organizado na Amazônia.
Líderes indígenas reunidos no Fórum Permanente das Nações Unidas sobre Questões Indígenas exigem uma mudança decisiva, abandonando as respostas militarizadas ineficazes e adotando abordagens baseadas em direitos que priorizem a governança territorial indígena, a autonomia e os sistemas de segurança liderados pelas comunidades, no combate ao crime organizado. Eles alertam que as respostas atuais do Estado não são apenas insuficientes, mas, em muitos casos, agravam a violência e a insegurança em seus territórios.
Líderes indígenas reunidos no Fórum Permanente das Nações Unidas sobre Questões Indígenas exigem uma mudança decisiva, abandonando as respostas militarizadas ineficazes e adotando abordagens baseadas em direitos que priorizem a governança territorial indígena, a autonomia e os sistemas de segurança liderados pelas comunidades, nos esforços para combater o crime organizado.
Uma nova corrida do ouro ameaça a Amazônia.
Sempre que o ouro volta a ocupar o centro das atenções na geopolítica global, a Amazônia retorna ao foco das discussões. A guerra entre os Estados Unidos e o Irã recolocou o metal no radar dos mercados, dos investidores e da indústria extrativa.
Amazon Watch Organizações aliadas e outras entidades divulgam relatório histórico sobre crimes na Amazon.
No contexto do Fórum Permanente das Nações Unidas sobre Questões Indígenas, Amazon Watch, juntamente com organizações aliadas, apresenta o primeiro relatório a analisar como as economias ilícitas e as respostas repressivas do governo ameaçam os direitos, os territórios e a sobrevivência física e cultural dos povos indígenas.
Líderes indígenas levam a crise da criminalidade na Amazônia à ONU.
À medida que as respostas militarizadas falham, a governança territorial indígena demonstra ser vital.
Uma mensagem urgente está viajando da Amazônia para as Nações Unidas. Esta semana, Amazon Watch acompanhará uma delegação de líderes indígenas do Peru e do Equador a Nova Iorque para o Fórum Permanente das Nações Unidas sobre Questões Indígenas (UNPFII).
Territórios Indígenas Baixo Amenaza
A dupla pressão do crime organizado e a militarização na Amazônia
Este relatório chama-se de uma estratégia regional focada na proteção ambiental, no fortalecimento institucional do Estado e no governo comunitário.
A Amazônia sob ataque
Como o crime e a militarização ameaçam os povos indígenas
Este relatório pede uma estratégia regional centrada na proteção ambiental, construção do Estado e governança comunitária.
Brasília vira Terra Indígena
Na semana passada, Brasília, capital do Brasil, transformou-se em um centro de resistência indígena. Com mais de 7,000 mil indígenas ocupando a capital, o Acampamento Terra Livre 2026 (ATL) pressionou o governo brasileiro a respeitar os direitos territoriais dos povos indígenas.
Em marcha expressiva, povos indígenas do Brasil exigem demarcação de terras e cancelamento do Ferrogrão.
Mais de 7,000 indígenas marcharam pelas ruas de Brasília ontem sob a bandeira “Demarque, Lula! Um Brasil soberano é um Brasil com terras indígenas demarcadas e protegidas”.
Grande protesto indígena no Brasil tem como alvo o projeto da mina de ouro Belo Sun.
Milhares de indígenas marcharam ontem na capital brasileira, durante o segundo dia do Acampamento Terra Livre 2026 (ATL), a maior mobilização indígena do país, para denunciar as violações dos direitos à terra provocadas por projetos de mineração, agronegócio e exploração madeireira em larga escala.
A Doutrina Trump na América Latina: Portar um porrete e falar em “Extermínio Total”
Em setembro, o governo designou uma dúzia de cartéis criminosos latino-americanos como organizações terroristas e lançou a Operação Lança do Sul.
Mulheres indígenas do Médio Xingu completam um mês de mobilização contra o avanço da Belo Sun na Amazônia.
Um mês após o início da ocupação da sede da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) em Altamira, mulheres indígenas da região do Médio Xingu lideraram uma ação pacífica.
Impondo um Decreto: Por Dentro da Vitória Indígena no Rio Tapajós
No dia 30 de janeiro, testemunhei a inauguração da sede da Associação Pariri do povo Munduruku, na Reserva Indígena da Praia do Mangue.
Mulheres indígenas ocupam agência federal para exigir a suspensão da licença da Belo Sun Mining.
Mais de 140 indígenas ocuparam a sede regional da FUNAI (Fundação Nacional do Índio) para exigir a suspensão da licença de mineração da Belo Sun para sua mina de ouro “Volta Grande”, às margens do rio Xingu.
“O Rio Venceu”: Como ativistas na Amazônia brasileira impediram a privatização das hidrovias
The Guardian | "Uma vitória para a vida." Essa foi a mensagem triunfal dos ativistas indígenas na Amazônia brasileira esta semana, após repelirem uma ameaça ao rio Tapajós ao ocuparem um terminal de grãos operado pela Cargill, a maior empresa privada dos Estados Unidos.

















