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O quê: Conferência de imprensa na Zona Azul da COP30 com diversos líderes indígenas da Amazônia sobre a necessidade de tornar a floresta amazônica e sua bacia hidrográfica uma Zona Proibida para indústrias extrativas como petróleo, gás, mineração e agronegócio, que são responsáveis pelo desmatamento e catalisadoras das mudanças climáticas.
Quem:
- Leila Salazar Lopez, Diretor executivo, Amazon Watch
- Olivia BisaPresidente do Governo Territorial Autônomo da Nação Chapra (Amazônia Peruana)
- Patricia Gualinga, Membro eleito do Fórum Permanente das Nações Unidas sobre Questões Indígenas (Kichwa-Sarayaku, Amazônia equatoriana)
- Líder indígena brasileiro da “Caravana da Resposta”
- Líderes de toda a Amazônia estarão disponíveis para entrevistas após a coletiva de imprensa.
Quando: Sexta-feira, 14 de novembro, das 15h30 às 16h (fuso horário de Belém)
Onde: COP30 Zona Azul – Sala de Conferências de Imprensa 2, Área D
A conferência também será transmitido ao vivo aqui.
Entrevistas e multimídia: Para entrevistas ou informações adicionais, entre em contato com Ricardo Pérez pelo endereço: conveyors.au@prok.com ou + 51 943992012.
Fundo: À medida que a COP30 entra em sua segunda semana de negociações, líderes indígenas da Amazônia chegam a Belém após liderarem ações impactantes e corajosas, como a Flotilha Yaku Mama e a Caravana “A Resposta”, e após participarem de múltiplos diálogos formais e informais nos espaços da COP. Eles compartilharão suas perspectivas sobre como os projetos extrativistas – impulsionados por governos, corporações e países consumidores da Amazônia – continuam avançando apesar dos compromissos globais de limitar o aquecimento a 1.5°C.
A Amazônia está se aproximando de um ponto de inflexão irreversível. Enquanto os representantes políticos das nações amazônicas discursam sobre a proteção da floresta tropical no cenário mundial, inúmeros projetos com enorme potencial destrutivo continuam avançando – perfuração de petróleo em ecossistemas sensíveis, novas concessões de mineração e expansão do agronegócio transformando florestas em plantações. Os povos indígenas, os guardiões mais eficazes da floresta, reivindicam que seus territórios sejam declarados Zonas Proibidas para indústrias extrativistas, a fim de proteger verdadeiramente a Amazônia e o planeta.




